quarta-feira, 24 de julho de 2013

Lisboa

A capital me surpreendeu e estamos curtindo bastante a cidade.  Muita história, museus, ... a cidade funciona.  Transporte público, horários, segurança.   Nós que saímos do Brasil nunca havíamos visto nada parecido.  As pessoas andam à vontade, sem medo de ladrão, sem violência, as ruas são limpas, existe bastante cultura disponível... realmente primeiro mundo, e olha que ainda estamos em Portugal.
O clima está muito legal.  Estamos hospedados no Aya, com o Ricardinho, que nos adotou (novamente) e nos leva para cima e para baixo.  Ele está a um mês por aqui e conhece bastante. Estamos fazendo programas diferentes, mas muitos deles vamos caminhando a pé, ou seja, atividade física que estamos precisando e está sendo ótimo para todos.
Fomos visitar o Delphis também que está por aqui.  Incrível como os laços de amizade realmente existem, mesmo com a distância.  Parece que estamos sempre juntos.
Durante a viagem...

Nós no Aya, com o RIcardinho.





Arte nas ruas.

Gente tocando...







Marco, Zélu e Luque, do Delphis.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Portugal

Chegamos finalmente ao ponto mais distante pretendido, pelo menos de veleiro. Agora é conseguir um carro e seguir um tempo viagem terrestre.
A chegada foi meio estressante pois antes de chegar em Portugal tem um canal com todo o tráfego de navios que seguem norte-sul-norte pela costa.  É uma verdadeira avenida Brasil, com navios uns seguindo outros, e nós mínimos veleiros cruzando a pista. Eu acabei ligando o motor e com as velas fui acelerando o cruzamento, avisando e perguntando se os navios me viam, claro que estava com toda a iluminação disponível no Sobá.  Maite não gostou muito mas foi tuto tranquilo. no segundo sentido (sul-norte) fiquei de turno sozinho e começou a chover, ficou chato, mas nem tudo são flores nesta vida navegante. Mas tudo bem, chegamos a Enseada de Baleeira e ancoramos.  Enfim uma noite longa e tranquila ancorados depois de um banho quente, e o mais importante, CHEGAMOS.
Agora estamos em Alvor, Algarve, onde nosso amigo José Carlos nos conseguiu uma poita.  Já no caminho telefonamos para o marinheiro dele e nos deu uma ajuda para entrar no canal, pois só se entra com maré cheia.  É incrível a diferença entre as marés.
O lugar é bem bonito e turístico, com muitos casais com filhos de toda a Europa, uma verdadeira torre de Babel.
Fiz contato no caminho com o Mendes, um morador local que trabalha com ferro-velho.  Estamos conseguindo um carro com ele, vamos ver.
Tripulação feliz depois da travessia.

Enseada de Baleeira.
A tripulação está muito feliz com a chegada e com a perspectiva das novas aventuras terrestres.
Alvor,noite agitada.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

AÇORES - Ilha Terceira

Ilha Terceira é a mais antiga dos Açores.  Parece que estamos no século XV com a modernidade dos carros e lojas. Todas as casas são impecáveis e o governo financia o bom estado das edificações. Tudo muito colorido e enfeitado até por conta do verão e das festas recentes de São João.  Aqui é patrimônio histórico pela UNESCO.
Estão aqui o Joly Brease, com o José e a Helena, mais um casal de português com brasileira. Ontem fizeram uma sopa de peixe para todos, muito amáveis.  Helena se tornou a vovó das minhas crianças, sempre querendo que eles comam e cuidando deles. Coincidentemente Helena é de Niterói.

Partiremos para a última travessia, para Portugal.  850 milhas, cerca de 8 a 10 dias até Alvor, Algarve.







segunda-feira, 1 de julho de 2013

Mais fotos de São Jorge




Na cacheira com Fedra e Aggeliki, gregas que foram conosco também.



Todos no almoço, com a moçada do único restaurante. Bom clima.




Vitória, Lucas , Diego e Rodrigo, aprontando no Sobá.
Enquanto a comida não sai um violão para animar.

Amigos da caminhada, das Canárias e Espanha.











domingo, 30 de junho de 2013

São Jorge

São Jorge  está sendo definitivamente o local que mais gostamos até agora.  Conhecemos várias pessoas legais, começando pelo gerente da marina, o José Manuel, que é casado com uma brasileira, a Vivian.  Eles são super legais e tem filhos com idades de 8, 12 e 17 anos. Nos ajudaram bastante e ainda estão ajudando de várias maneiras. Acabamos ficando mais por conta deles.

Chegamos do acampamento.  Foi super legal, um lugar afastado onde só se chega caminhando ou de quadrimoto ou moto.  Parece que estamos em outra época onde as casas são de pedra, não há luz elétrica, muito diferente.  Além do mais em 1980 teve um terremoto que obstruiu a entrada e então a cidade ficou desabitada por um tempo.  Depois retornaram os moradores e outras pessoas que buscava um lugar diferente, tipo "bicho-grilo", e também surfistas.  O lugar é o "point " dos Açores, com as melhores ondas do arquipélago.  Eu e as crianças surfamos naquelas águas geladas, mas valeu a pena.
Acamparam também um casal de senhores e duas gregas, que literalmente apareceram de pára-quedas e foram com este casal.  Passaram uma noite conosco. Sem contar que o local do acampamento era especial, bem rústico que os campistas foram preparando com madeiras e tábuas, pedras.  Haviam lugares preparados para montar a barraca e o melhor, uma fonte ao lado. Inacreditável.
Vou separar as fotos depois para publicar.


Jose Manuel e Vivian